Pirâmides na Amazônia

No coração impenetrável da floresta amazônica, encontram se mistérios que deixam claro que o passado da humanidade não é exatamente como contam os livros de história.

Assista o vídeo:

 

Hoje em Além dos Greys vamos falar sobre as Pirâmides na Amazônia brasileira.

A biodiversidade da fauna e flora da floresta Amazônica fascina turistas e cientistas ao redor do mundo. Mas no coração impenetrável desse imenso mar de arvores nativas centenárias, encontram se mistérios que deixam claro que o passado da humanidade não é exatamente como contam os livros de história. Entre esses mistérios, estão as pirâmides da floresta amazônica. Três supostas formações geológicas piramidais, cultuadas como monumentos sagrados pelos nativos e ignorada pelo governo brasileiro.

Desdá colonização das Américas, os conquistadores espanhóis e portugueses, ouviram dos nativos, relatos sobre a existência de cidades perdidas no meio da floresta Amazônia. Estas cidades, eram conhecidas como “Cidades dos Deuses”. Para os nativos as cidades dos Deuses eram tão reverenciadas, temidas e sagradas, que nem mesmo eles ousavam se aproximar.

Algumas geólogos acreditam que estas formas piramidais são apenas morros e que as histórias contadas sobre cidades perdidas não passam de lendas indígenas contadas de geração em geração a beira dos igarapés. Mas para muitos estudiosos, essas cidades existem e estão cuidadosamente escondidas pelas imensas árvores da floresta amazônica. Segundo esses estudiosos, são cidades sagradas em forma de piramides, construídas por índios nativos, para receber seus deuses antigos quando eles retornarem.

Tudo começou nas ruas da cidade de Manaus em 1971, quando o piloto suíço Ferdinand Schmidt contou ao jornalista Karl Brugger que conheceu Tatunka Nara, um índio mestiço filho de uma índia com um soldado alemão, que afirmava ser nativo da tribo Urgha Mogulada. O suiço contou ainda que o índio afirmava que dentro da floresta existiam 2:30:566três cidades perdidas chamadas Akahim, Akakor e Akanis, que eram habitadas por seu povo em tempos remotos. Segundo Tatunka Nara em Akahim existia um objeto grande e muito antigo, entregue aos sacerdotes Moguladas, há milhares de anos atrás por “deuses vindos do céu”, e que tal artefato, começaria a cantar quando os deuses retornassem a terra”.

Fascinado pela historia, o jornalista viajou até o local indicado por Nara acreditando que encontraria uma civilização perdida. Ao retornar, o jornalista mostrou se reticente sobre suas descobertas. Pouco tempo depois lançou o livro “As crônicas de Akakor, aonde descreve a historia sobre a existência de uma antiga civilização evoluída localizada na Serra do Gupira, no alto Rio Negro.

As Lendas das pirâmides, despertou o interesse de outro famoso estudioso, o pesquisador Erich Von Däniken, que foi a Manaus e conversou com o índio Tatunka Nara, que lhe contou a mesma história. Porém desta vez disse que o estranho objeto dado pelos deuses aos seus ancestais, havia começado a ressoar como se fosse “enxame de abelha”. Indicando um possível retorno dos antigos deuses .

Empolgado, Däniken organizou uma expedição à procura da antiga cidade perdida. Esta aventura, contou com a participação do arqueólogo brasileiro Roldão Pires Brandão. Infelizmente, devido aos diversos percalços da viagem e o problema causado por Roldão, que acidentalmente ou não, deu um tiro no próprio pé, a expedição foi obrigada a retornar para a cidade de Manaus quando estava a menos de dois dias de viagem de chegar na suposta cidade perdida.

Os livros de história contam, que antes e durante a segunda guerra mundial, Adolf Hitler, enviou expedições nazistas para floresta amazônica brasileira, muitos acreditam que eles queriam encontrar as lendárias cidades perdidas e seus segredos. Cerca de 2 mil soldados alemães foram enviados nessas expedições. Curiosamente, na foz do Rio Jarí, no rio Negro, há uma enorme cruz de madeira, medindo 3 metros de altura por 2 metros de largura. Nesta cruz, encontra se entalhado uma suástica e os dizeres “Joseph Greiner morreu aqui em 2/1/36, a serviço da pesquisa alemã, vitimado pela febre – Expedição Alemã do Jary, 1935-1937”. A presença dessa Cruz, é uma prova inquestionável que expedições nazistas estiveram na amazônia brasileira procurando alguma coisa muito valiosa.

Nos dias atuais, apesar de toda a relevância e interesse despertados pelos assuntos que envolvem a região amazônica e civilizações perdidas, poucos esforços são empreendidos para descobrir a verdade sobre as lendárias pirâmides da Amazônia. Será que este fato é devido a dificuldade de acesso ao local por causa da Floresta fechada ou simplesmente existe uma falta de interesse e revelar a verdade? Quais segredos estariam escondidos na imensidão da florestas amazônica?

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