Será que o Dilúvio Bíblico foi copiado dos Sumérios? Assista o vídeo:

Será que o Dilúvio Bíblico foi copiado dos Sumérios?

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A história do extermínio da humanidade, através de um dilúvio, é conhecida mundialmente e pode ser encontrada em diversos livros sagrados de inúmeras religiões diferentes. O que nos intriga é:  Como civilizações isoladas, por milhares de anos, conseguiram replicar a mesma história mudando apenas os nomes dos protagonistas? 

Em 1853, o arqueólogo Austen H. Layard e sua equipe escavavam a livraria palaciana da antiga capital assíria, Nínive. Entre os seus achados estavam uma série de 12 tabuletas que datavam de cerca de 650 a.C., mas o poema parecia ser muito mais antigo. E elas contam a história sobre um diluvio.

Segundo o mito do diluvio mesopotâmio, Gilgamesh, rei Sumério, que possuía enorme inteligência e força, era também um semideus. Esse rei, ao presenciar a horrível morte de seu amigo Enkidu ficou desesperado. Ele ficou desesperado ao perceber a sua condição mortal. Gilgamesh então se lançou numa jornada em busca da imortalidade. Ele conhecia a história de um homem que conseguiu se tornar imortal. Esse homem se chamava Utnapishtim. Ao localiza-lo, este revela a Gilgamesh uma triste história dos deuses.

Este “homem imortal” conta que em tempos remotos os deuses Anu (senhor das constelações, rei dos espíritos e dos demônios), Enli (deus do ar, senhor das tempestades, raios e trovões), o deus da fertilidade Ninurta e Enki (Deus das águas doces, conhecimento, sabedoria e portador dos segredos da vida e da morte), cansados dos barulhos, caminhos tortuosos e crescimento desordenado da humanidade, decidiram destruir todos os homens da face da terra. Os deuses haviam decidido submergir a terra de Shuruppak, atual Tell Fara, no Iraque, num grande diluvio. Enki ou Ea, como também é conhecido, resolveu então alertar Utnapishtim do terrível plano dos deuses, pediu a ele que construísse um barco no deserto. Solicitou também que fosse armazenado neste barco todas as sementes da vida. Uma chuva intensa veio por seis dias e seis noites. No sétimo dia a chuva cessou, e tudo o que restou da humanidade foi uma grande pilha de lama grossa e o barco solitário. O homem sábio, enviou aves em busca de terra, um corvo voltou com um galho. Utnapishtim então colocou uma oferenda aos deuses em gratidão. O deus da tempestade quando soube que um humano tinha sido alertado e sobreviveu, ficou furioso. Mas após perceber que sua devoção e obediência aos deuses deveria ser recompensada e concedeu a Utnapishtim e sua esposa a imortalidade.

Utnapishtim contou lhe uma outra história sobre uma planta que lhe daria a imortalidade, mas essa planta era espinhosa, e ficava nos domínios do deus da água doce subterrânea. O semideus Gilgamesh, imbuído pelo pavor da mortalidade resolveu então, amarrar pesadas pedras ao seu tornozelo, em busca da suposta planta. Assim que ele achou a planta, ele a pegou, se livrou das pedras, e submergiu. Na viagem de volta, Gilgamesh parou em uma nascente fria para se banhar. Uma serpente que ali estava roubou-lhe a planta. Gilgamesh, então, chorou amargamente. Com medo da morte, Gilgamesh retornou a sua cidade.

A história desse semideus se tornou famosa no mundo devido a sua antiguidade e pela sua semelhança com o dilúvio bíblico. As histórias dos dilúvios são encontradas em várias culturas antigas

Isto seria apenas uma coincidência? Ou poderíamos estar vivendo em uma espécie de lupping de acontecimentos mudando apenas os nomes dos protagonistas?

Será que o fim da humanidade através das águas poderia ser uma medida de limpeza ou purificação de nossa sociedade, afim de preparar o renascimento de uma sociedade mais justa? Poderíamos então estamos perto de outro diluvio?

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