Seria a Pedra da Gávea túmulo de um rei fenício?

No alto da pedra da Gávea, parece existir uma enorme escultura, que em grande parte lembra o rosto barbudo de uma esfinge, que aparentemente olha a cidade do Rio de Janeiro de cima, além de inscrições misteriosas em uma língua extinta. Será que os Fenícios descobriram o Brasil muito antes de Pedro Alvares Cabral?

esfinge_gavea

Esse enorme monólito de gnaisse com topo de granito, a 842 metros acima do nível do mar, cercado por vegetação nativa exuberante é o maior bloco de pedra a beira mar do planeta e tem atraído a atenção de pesquisadores e historiadores ao longo dos séculos.

Teoria da tumba Fenícia.

tumba

Tudo começou no século 19, quando marcas foram encontradas no cume da montanha, chamando atenção de Dom Pedro. Essas mesmas marcas já haviam sido relatadas a seu pai, Dom João VI, em relatório de padres falando sobre a “estranha escritura”.  No dia 23 de março de 1839, o Instituto Histórico e Geográfico do Brasil decidiu que a Pedra da Gávea deveria ser analisada, e ordenou então o estudo do local e suas inscrições. O relatório dado pelo grupo de pesquisa, que não escalou a pedra, diz que: “eles viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza”.

 

Nova expedição foi formada em 1931 para achar a suposta tumba do rei fenício Badezir que subiu ao trono em 856 a.C. em Tiro, antiga Fenícia, hoje LÍBANO. Algumas escavações amadoras foram feitas sem sucesso.

Dois anos depois, em 1933, outra expedição foi organizada com 85 membros, sendo um dos membros o professor e historiador Alfredo dos Anjos. Em 20 de janeiro de 1937, este mesmo grupo organizou mais uma expedição, desta vez com um número ainda maior de participantes, com o objetivo de explorar a face e os olhos da cabeça até o topo, usando cordas.

Mas foi somente em 1946 que o Centro de Excursionismo Brasileiro conquistou a “orelha direita da cabeça”. Segundo eles, neste local, existe a entrada de uma longa e estreita caverna que vai até ao outro lado da pedra.

Em 1972, escaladores da equipe da Neblina escalaram o Paredão do Escaravelho –  lado leste da “cabeça” – e viram de perto as inscrições que estão a cerca de 30 metros abaixo do topo.

O arqueólogo Bernardo Silva Ramos tentou fazer a tradução da inscrição, encontrada na Pedra da Gávea escrita em fenício arcaico, cuja tradução é lida da direita para a esquerda. Segundo ele a tradução diz:

LAABHTEJBARRIZDABNAISINEOFRUZT”.

Que lidas ao contrário seriam:

TZUR FOENISIAN BADZIR RAB JETHBAAL”.

Seria uma tradução mais ou menos assim:

              TIRO, FENÍCIA, BADEZIR PRIMOGÊNITO DE JETHBAAL”.

Roldão Pires Brandão, presidente da Associação Brasileira de Espeleologia e Pesquisas Arqueológicas do Rio de Janeiro, afirmou ao jornal O Globo: É uma esfinge gravada em granito pelos fenícios, a qual tem a face de um homem e o corpo de um animal deitado. A cauda deve ter caído por causa da ação do tempo. A rocha, vista de longe, tem a grandeza dos monumentos faraônicos e reproduz, em um de seus lados, a face severa de um patriarca”.

Outros sítios arqueológicos foram encontrados em Niterói, Campos e no bairro da Tijuca sugerindo que os fenícios estiveram aqui por volta de três mil anos atrás. Na costa da Paraíba, foram encontradas pedras ciclópicas e ruínas de uma antiga construção fenícia com quartos enormes, corredores e passagens extensas.

Robert Frank Marx, arqueólogo americano, realizou em outubro de 1982 uma série de mergulhos na Baía de Guanabara a procura de navios fenícios afundados. Ele tentava provar que a costa do Brasil foi, em épocas remotas, visitada por civilizações orientais. Nenhuma embarcação foi encontrada, mas Robert descobriu algo muito mais interessante; várias ânforas (vasos) com capacidade de 36 litros e outras 12 peças fenícias.

O que nos leva a pensar na Pedra da Gávea como tumba de um Rei Fenício?

  • A aparência da grande cabeça com os dois olhos, as orelhas, e o local de um nariz;
  • Um ponto culminante como uma pequena pirâmide feita de um único bloco de pedra no topo da cabeça, lembrando um tipo de coroa;
  • Uma enorme cavidade na forma de um portal, na parte nordeste da “cabeça” que tem 15 metros de altura e 7 metros de largura e 2 metros de profundidade;
  • Na parte Sudeste encontra se um tipo de observatório com o formato de um dólmen, contendo algumas gravuras;
  • As famosas e controversas inscrições no lado da rocha;
  • Algumas outras inscrições lembrando cobras e raios-solares espalhados pelo topo da montanha;

Curiosidade:

  • A face da esfinge está voltada perfeitamente para o norte;
  • Vários alpinistas que ali pernoitaram relatam ter avistado luzes que saem do portal na lateral da pedra;
  • Existência de uma gruta tipo sifão na parte inferior da pedra, onde o maciço rochoso toca o mar e com ventilação natural, onde podemos encontrar uma escadaria em sentido ascensional;
  • Foram encontrados diversos cortes retos na pedra;
  • Existe um quadrado perfeito no topo da suposta cabeça da esfinge.

 

Assista o vídeo abaixo:

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Fonte: atoefarsa.blogspot.com.br; imagick.org.br;

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